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Sunday, July 4, 2021

Mal Ritmo - El raro lyrics

El raro

Mal Ritmo

GENRE
Ahí viene el raro
Mejor guarden el tequila
Porque se lo toma como... agua natural

Y es que el raro toma
Se caga y no le atina
Se duerme en la piscina
¡Todo se termina!

Llora desconsolado
En medio de la lluvia
Se le olvida que es humano
Es un bipolar

Pierde la conciencia
Ese compa y su demencia
Fiesta positiva
¡Peda destructiva!

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

No le den mezcal
Porque el raro se transforma
Su cara se deforma
Su mente ya no está

Se convierte en un gusano
Se mete al excusado
No le duele nada
¡El raro se la rifa!

Siempre está en el suelo
Rayado como siempre
Ahogado en el licor
Mmm… qué raro

Baila en muletas
Le gusta el desmadre
Ya estando pedo
¡El yeso le vale madre!

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

Es un tapa baños
Vomita hasta un extraño
No le den tequila
Que vomitará en la silla

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Monday, November 8, 2021

Valas - Busca lyrics

Busca

Valas

GENRE
Rap
À beira do abismo tipo Bogart, é um filme noir
Só vês o espirito e a carne tá-se a envenenar
O cálice é sagrado, dá licença a um gajo
A caminhar pró outro lado tipo o Rei Lagarto
Jim, abre a porta à team, quando o patrão chamar
Espero que seja tarde, eu juro, vou abrandar o ritmo
Vais ver como é que eu vou viver depois de mudar tudo isto
É tipo movie num canal premium
Eu vi o sinal, no meio do vendaval
E foi o meu final nessa vida do mal
Porque o inferno já está cheio de gente assim
Mas não tenho medo, basta só olhares para mim

Em busca do melhor da vida (x2)

Vou! Não quеro só ver a cor, sentir primeiro o chеiro
Mastiguei sem sabor, o prazer é passageiro
Morre no cinzeiro, de mãos dadas no Inverno
O futuro eu assombrei-o com letras no caderno
É o meu dever eterno, mãe vais ver que eu singro
Porque eu fugi ao Demo que me levou amigos
(Que me levou amigos)
Há quem se atire à solidão por ter medo
E quem prefira a ilusão ao desespero
Passei o dia em cartoons e fumo denso
E não é com dinheiro que vou pagar o que devo
Devido à vida é este o peso que carrego
Conta o que vês porque eu já não tenho segredos
Passei o dia em cartoons e fumo denso
E não é com dinheiro que vou pagar o que devo

Eu vi o sinal, no meio do vendaval
E foi o meu final, nessa vida do mal
Eu vi o sinal
No meio do vendaval
E foi o meu final nessa vida do mal

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Sunday, May 16, 2021

Baby Lucka & Chimichangas - SUERTE lyrics

SUERTE

Baby Lucka & Chimichangas

GENRE
Rap
[Letra de "SUERTE" ft. mhtresuno]

[Intro: mhtresuno]
Yeah-yeah (Chimichangas)
Es el mh, baby (Mmm-mmm-mmm)
Para que sepan que los barrios hay talento, jaja

[Estribillo: mhtresuno]
Mami, si yo corono, vo' sabé', no fue de suerte (No fue de suerte)
No fue de suerte
Mami, si yo corono, vo' sabé', no fue de suerte (No, no)
No fue de suerte (No)

[Verso 1: mhtresuno]
Mami, si corono, vo' sabé', no fue de suerte (No fue de suerte)
Vo' sabé', ando al ritmo, yo no tengo antecedente' (Antecedеnte')
Y tengo lo que tеngo, lo gané por ser paciente (Paciente)
Y eso a vos te duele, te hacer rechinar los diente'
Yeah, 'toy al taco (Taco), yo 'toy a cargo (Cargo)
Voy a hacer negocio' con la actitud de un capo (Capo)
Papi, yo sé más que bien cuanto valgo (Valgo)
Y estoy más que listo para subir de rango (Rango)
Y gente me levanta cuando siento que me caigo (Que me caigo)
Cuando tengo dudas y cuando me pesa el llanto (El llanto)
Cuando pienso en las perdida' mientra' estoy ganando ('Toy ganando)
Cuando me siento mal porque piraron unos cuanto' (No)
[Estribillo: mhtresuno]
Mami, si yo corono, vo' sabé' (No), no fue de suerte (No)
No fue de suerte (No)
Mami, si yo corono, vo' sabé' (No), no fue de suerte (No)
No fue de suerte

[Verso 2: Baby Lucka]
El reloj suena, "tic-toc" (Wuh)
Un guacho del block (Block), orgulloso de quien soy (Soy)
I'm nigga for real (For real)
Ando tranquilando caminando la street (La street)
Decime quién so' vo', yo nunca te vi (Vi)
No fue de suerte, mucho me costó llegar (Ah-ah)
Y si corono, juro, voy a festejar (Ah)
Un trago al piso por mi amigo que no está
Espero que puedas descansar en pa'

[Puente: Baby Lucka]
Yo hago por los mío' lo que tengo que hacer
Por mi' viejito' que algún día van a envejecer
Van a ver a su hijo algún día crecer
Unos fantasma' que se le' aparecen (Woh)
Yo hago por los mío' lo que tengo que hacer
Por mi' viejito' que algún día van a envejecer
Van a ver a su hijo algún día crecer
Y ni un fantasma que les aparecen (Woh)
[Estribillo: Baby Lucka & mhtresuno]
Mami, si yo corono, vo' sabé', no fue de suerte
Mami, si yo corono, vo' sabé', no fue de suerte
No fue de suerte

[Outro: mhtresuno]
Eh, eh, eh, eh, eh (Uh-uh)
Ma', no fue de suerte (De suerte)
No, no, no, no, oh no
Ma', no fue de suerte (No, no)
Eh, eh, eh, eh (Ey)
Ma', no fue de suerte (No fue de suerte, no)
No, no, no, no, oh (mh, baby)
Ma', no fue de suerte (De suerte)

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GASTANDO SUELABaby Lucka & Chimichangas

Friday, November 26, 2021

João Pestana - Banquete lyrics

Banquete

João Pestana

GENRE
Rap
[Verso 1: Pestana]
Todos os dias me sujo, como um portão arrombado
Também eu desconjunturo
Em memórias inflamadas e nem água da mais pura
Me devolve o cheiro a terra, quem sou eu
Se não engenho e tenho no peito uma cratera, submersa
Neste lugar onde a fome não se mata
O jantar não sabe a nada
E eu já vi isto em algum lado
Virado do avesso fuma um cigarro
O pendurado, nos seus olhos uma frecha
Onde a loucura sempre escoa
Punhados de jóias sem valor fazem festim pela noite dentro
Ganham ritmo andamento
Olha-me aquele desgraçado rasga a capa pela metade
E se é que morro peço apenas que me vistam com vontade
Sem remendos sem reparos, só restante da mortalha
E eu tocada pelo gesto de entrar e vê-lo repartir a última migalha

[Refrão]
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu

[Verso 2: Pestana]
Que poesias sedutores ouves tu desse lado
Oh cama feita entre escombros
Crimes por pagar, o mal e os outros semelhantes
Caem e esfolam os joelhos, escavam marcas no asfalto
Há iluminação tão bela quanto a luz do próprio quarto
Tão singela que não cega nem desdenha a mão do próprio criador
Chora assim que se apresenta como é bela a própria dor
Espreme e deixa assim de lado
Um suspiro entalado entre o punho e a parede
Entre o cunho e toda a gente, trás semblantes a seu gosto
E seu carecer sem paz no rosto, já vai cansado

[Refrão]
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu

[Verso 3: Rapper não Identificada]
E eu sentado aqui, mas vou sem fome nenhuma
Mesa de mogno que é tão grande para esta sala
Quem são as pessoas que se vestiram de gala
E partilharam pão e sal, mesmo que não saiba a nada
Tapados pela sombra que nem eu próprio conheço
Rosto enfaixado, agrafado ao desapego, longe da visão
Apenas vejo estender a mão calejada
Que afasta a minha cara da travessa, até parecia ir satisfeito
É sempre fácil quando repousas na colher
És comido e não lutas para comer
Servido para ser sorvido num ápice
E as conversas pouco claras de análise, de onde vem a luz?
Será que vem de ti cometa e tu satélite que refracte a cor cinzenta
Há de ser prisma avariado ou bom produto extraviado
Prova-te a ti próprio e logo diz-me a que é que sabe

[Refrão]
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu
Sou vestida de oferenda seda escura cor de breu
Enquanto o rito flui malvado
Se o jantar não sabe a nada é que o jantar sou mesmo eu

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